segunda-feira, 26 de março de 2007

*Lógica...?!*

Semana passada a Isadora faltou na escola. A semana toda. Estava com uma tosse que deus-o-livre. Fiquei com dó e não mandei.

Abre parênteses pra contar do terço da despedida, criado na semana passada, com muito tempo livre na casa da vovó. Agora, o adeus pro xixi é o seguinte: tiau-xixi-até-amanhã-boa-soite-vai-co-deus-um-bejo-tiaaau! (Traduzindo: tchau, xixi. Até amanhã! Boa sorte! Vai com Deus. Um beijo! Tchaaau!). Aiai.... fecha parênteses.

Sábado ela já estava boa, ainda tossindo um pouco, mas já tinha melhorado o suficiente pra irmos no aniversário da Pri das Fadas, e fazer a maior zona com a Luiza da Rêca (santo Istamir....kkkkk).. Nos divertimos bastante, reencontrei a Laila, que levou a fofa da Manu, e falamos muuuita besteira....ahahahahha

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Tanto no sábado à noite, no aniversário da Dri, como no domingo, Isadora também estava a toda, zoando com a Luana e a Carol e brigando com o Biel (decididamente, a relação deles é de “amor é ódio”. Uma hora estão se catando e em seguida se abraçando... vai entender?!)

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Bom, hoje Isadora foi pra escola. E ficou muito bem. Até a saída.

Entramos no carro e ela pediu o pepê e títi, como sempre. Mal viramos a esquina, arremessou os dois no chão e começou a chorar. A Milena, coitada, conseguiu alcançar o pepê embaixo do meu banco e o títi logo do lado.

Mas a criancinha birrenta, devidamente presa à cadeirinha, não quis saber. Foi gritando, chorando e esperneando, o caminho todo:

-Qué saí!!! Qué saí!!!! Tila ela! Qué cóinho da mamãe!!! Tiiiiiila!!!!

Quinze minutos depois, os gritos ainda ecoando pelo carro, chegamos em casa. Desci, tirei a mochila dela e a minha bolsa, abri a porta traseira e fui soltar a Isadora da cadeirinha. Os gritos e esperneios recomeçaram, dessa vez mais altos ainda:

-Não qué, não qué!!! Qué fica aqui! Deixa ela no caaaaalo!!!!

Se alguém conseguiu entender a lógica de uma criança de quase 2 anos e meio, por favor me explique. Minha sanidade agradece.

quarta-feira, 21 de março de 2007

*A quadrilha e o casamento*

No sábado fomos comemorar nosso aniversário de namoro num casamento...;)

Foi o primeiro que levamos a Isa, desde que ela tinha 5 meses... ficamos meio indecisos se levávamos ou não, mas como toda a quadrilha (leia-se Bia, Nana, Carol e Biel) ia, então decidimos completar a gangue...

E ela passou o dia falando que ia no casamento da Tia “Quis”, que depois tinha festinha e blá, blá, blá....

Na igreja foi um show. Literalmente. Nem bem a noiva entrou e a Isadora já começou a perguntar, em alto e bom som:

-Já cabô?

E eu e o Marido, sussurrando:

-Ainda não....

E ela, num tom extremamente alto pro silêncio reinante:

-Quaaaase acabô... aí cabô né?

E a gente, praticamente cochichando:

-É, Isa, aí acabou...

Alguns segundos depois, ela praticamente gritando:

-Já cabô? Vamos na festinha?

E todo mundo ao redor, olhando e morrendo de rir. Não sei se da Isadora ou dos pais dela, que estavam vermelhos que nem pimentão.

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O casamento foi rápido (ainda bem, porque a gente ia abrir um buraco e entrar dentro se durasse mais 15 minutos, com a Isa perguntando se ia acabar logo...) e fomos pra festa, onde a Isa encontrou os outros “meliantes” e já começaram a aprontar.

Assim que chegou se enfiou embaixo da mesa e “fechou a póita” (colocou a cadeira na frente) e logo depois saiu chorando porque fez um baita corte na perna.

Levei a menina correndo pro banheiro, lavei bem, coloquei uma toalha de papel para parar de sangrar e ela voltou a brincar.

Um tempinho depois eu perguntei pra ela se tinha sarado e ela disse que sim, me mostrando a outra perna... Bom, sarou mesmo, né?;)

Daí em diante, foi só diversão, tanto pra nós quanto pra ela... Chegamos em casa quase às 2 da manhã, a Isa ainda ligada na tomada.... mas valeu a pena....=)

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Gente, não sei se vocês conhecem a história da Renata. A Carol foi quem me me falou dela... o filhinho, Vinicius, da idade da Isa, está na UTI, com leucemia e ela está grávida do segundo filho...

Passe lá no cantinho da Rê, deixe um recadinho pra ela e reze, ore, mande energias positivas... vamos fazer uma corrente pela recuperação do Vini...;)

sexta-feira, 16 de março de 2007

*Túnel do Tempo*

Amanhã eu e o marido fazemos 17 anos de namoro. DE-ZES-SE-TE?! Nossasenhoradoperpétuosocorro, como o tempo passa....

Bom, pra celebrar, resolvi escrever esse post, contando como tudo começou, no distante ano de 1989. Era a época dourada de Milli Vanilli, Technotronics, Paula Abdul. Sapato canadian, mobilete e vespa...

Eu tinha uma amiga, a Lílian (aquela que morreu há pouco tempo), que me aloprava toda vez que a gente andava de mobilete.

-Passa na frente da casa do Maionese? Passa?

E eu passava. Um dia, me enchi. Parei na frente da casa dele e apertei a campainha. O tal do Maionese saiu com a perna engessada, lembro como se fosse ontem, e com uma cara de ponto de interrogação.

-Você é o Maionese?

-Sou.

-Ah, tá. Só pra saber, porque a Lílian não pára de falar em você, e eu queria saber quem era.

Sim. Eu fiz isso. E fiz coisas piores, que um dia, se eu tiver coragem, eu conto...risos... Mas primeiro tenho que pedir autorização pra Kelly, a madrinha da Isa e pra Adriana, minha grande amiga, afinal elas também participaram de várias "situações"....kkkkk

Mas então. A gente se conheceu assim. E ficamos amigos.

No início de 90, a Lílian já não gostava mais dele (foi aquele típico amor adolescente de 1 semana e meia...), e nós acabamos ficando juntos no dia 17 de fevereiro, ao som de Midnight, da Nikka Costa. E no dia seguinte de novo, e no outro... e fomos ficando.

Até que um dia, fiquei sabendo que ele tinha saído com outra menina (era um santo, o Maionese!). Quando ele foi em casa à noite, exatamente 1 mês depois, eu propus:

-Então... a gente ta ficando junto, né?

-Estamos...

-A gente vai continuar ficando?

-Vamos, ué?

-Então, que tal a gente fazer o seguinte: enquanto a gente estiver ficando juntos, eu não fico com mais ninguém e você também não?

-Tá bom, então.

No outro dia e contei pra Lílian o “acordo”, ela concluiu que a gente estava namorando e fez o favor de contar a novidade pra todo mundo...

Não teve pedido de namoro (se teve, fui eu quem fez...kkkkk), e então eu concluí que, mesmo sendo legalmente casados, oficialmente, a gente continua ficando... até hoje...


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PS- Favor não morrer de rir da foto, lembrando que era o início dos anos 90, e eu carrego essa cruz de ter sido adolescente nos anos 80, que pela breguice, duraram até mais ou menos 93....=(

Créditos do Lo:
Quick Page Charlote by Retrodiva
Alpha: Fresh Starta by KSharon

terça-feira, 13 de março de 2007

*Rapidinha*

Sabe aquela história de procurar sarna pra se coçar? Então, é o meu caso.

Estou ficando doidinha com essa história de vender produtos da Victoria´s Secrets, respondendo emails, atendendo telefonemas, anotando pedidos, mas estou adorando, essa é a verdade....estou até providenciando um layout mais bonitinho pro Diva´s Secrets (meu pseudosite de vendas)....

Só que em compensação, não estou tendo tempo pra nada. Já não tinha antes. Agora então, nem se fala... Nem atualizar aqui decentemente eu consegui... Mas não podia deixar de vir contar que estamos tendo grandes avenços com o penico... sábado a Isa não deixou escapar nenhum xixi! Tudo bem que no domingo ela compensou, mas mesmo assim, está valendo...

E o mais engraçado é ela se despedir do xixi, quando despejo no vaso e dou a descarga:

-Tiau, xixi!!! Vai "co" Deus!!

E pra completar, põe a mãozinha na boca e manda um beijo de boa viagem pro xixizinho...

quinta-feira, 8 de março de 2007

*Dia da mulher.... e outras cositas!*

Ontem eu fui conhecer a Maria Alice, filha da Pri das Fadas na Maternidade... E lá estava ela, super bem depois de enfrentar uma cesárea porreta, com o Juca no colo, na maior paz...;)

Tirei fotos lindas do Juca com a Mali, fiz uma montagem, porque não podia deixar passar esse momento (estrelinhas by Melany Violette, alpha by Janine Oliveira - kit Lápis de cor), e ganhei lembrancinhas (duas! Valeu, Istamir! risos) lindas... Agora daqui há umas duas semanas, nova visita, combinada com a Rêca...=)

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Sucesso com o peniquinho! Ontem contabilizamos 3 xixis no penico e hoje 1 de livre e espontânea vontade!!!=)

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Ontem também foi o dia de levar animaizinhos na escola da Isa (é o tema de estudo deste mês). Levei a Zamin, e a criançada adorou! Todos queriam passar a mão, fazer carinho... faziam mil perguntas ("Como ela chama?" "O que ela come?" "Cadê o rabo?" "Mãe da Isa, põe ela no chão?"), curiosas e empolgadas com aquela bolinha de pelos...

Na verdade, os únicos bichinhos foram a Zamin e um passarinho...

Essa parece ser mais uma conseqüência da vida moderna: as crianças não tem contato com animais. Lembro de uma propaganda que a mãe pergunta pro filho o que é grande, branco e dá leite... e ele responde, de pronto: a geladeira!

É por aí. As crianças modernas só conhecem os bichos através de televisão, de figuras, ou de vista, na rua. E eu acho isso muito ruim.

Aliás, é muito comum (e eu abomino) certas pessoas que "amam" seus bichinhos de estimação, depois que nasce o bebê, darem logo um jeitinho de sumir com eles... Juro que não entendo essa postura... Aqui em casa a Isa convive com a Zamin desde 1 mês de idade, e com os gatos desde uns 3, e nunca tivemos problema nenhum, pelo contrário.

Várias pesquisas já comprovaram que a relação criança-animal é extremamente benéfica, seja do ponto de vista físico (diminui a incidência de doenças respiratórias) ou emocional (ensina responsabilidade, carinho, compaixão, etc), e isso eu vejo dentro de casa, pela paixão que a Isadora tem pela Zamin, e pelos gatos, em especial pelo Funcho. Um diálogo típico, passando por um outdoor do Anglo, com um leão imenso:

-Mamãe, qué amassa o lião!

-Não pode amassar o leão, Isa!

-Só o Funsso!

-É, só o Funcho!

-Ai, mamãe, "ela" gosta do Funsso! Qué amassa o Funsso!

Só quem não deve gostar muito é o coitado do Funcho amassado...=)

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Ah, se alguém se interessar, eu vou começar a vender produtos da Victoria Secrets, trazidos direto dos EUA... Se você quiser saber mais, clica aqui! ;)

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Por fim, hoje, Dia Internacional da Mulher, eu homenageio a minha menina, que um dia se tornará mulher, e todas as mulheres:

"As flores irradiam a glória e a beleza de Deus-Mãe, pois ela caminha sobre a Terra em cada mulher.

Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre.

Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus.

Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita

Neste Dia Internacional da Mulher, dedicado a ti, todos te proclamam como a Senhora da criação e da beleza e admiram a dádiva que é ser mulher!"


(Autor desconhecido)

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(Pronto, Carol! O Lo com a foto que você me ensinou a fazer...;)

Créditos:
Paper by Lynn Grieveson
Elements: Kit Grandmas Attic by Michele Coleman
Fonts: Batang e Pea Deborah

terça-feira, 6 de março de 2007

*Vamos fugir proutro lugar, baby...*

Apesar de ter morado praticamente minha vida toda nesta cidade, não gosto de Campinas. E depois de ter tido a Isadora, esse sentimento piorou.

Ultimamente então, sinto como se vivesse presa dentro de casa. Enjaulada. Claro que para a minha segurança e da minha família...

Eu tive a sorte de poder brincar na rua, soltar pipa com meu pai, pular amarelinha, caracol, brincar de esconde-esconde e pega-pega, pular corda, jogar betsy no meio da rua, andar de bicicleta pelo bairro, sem que a minha mãe ficasse preocupada ou apreensiva: será que eu ia chegar em casa? Cresci com a liberdade que talvez a minha geração tenha sido a última a ter.

E a Isa? Que tipo de infância ela vai ter? De casa pra escola, da escola pra casa. De casa pro shopping, do shopping pra casa. De casa pra casa de algum amiguinho, e da casa dele pra nossa. De casa pra algum lugar fechado e seguro e de volta pra casa. Tudo extremamente bem vigiado. Sem qualquer risco. E sem liberdade.

E eu? Eu também sinto falta. Sinto falta de sentar na frente de casa no fim das tardes de verão e ficar jogando conversa fora com a minha mãe (enquanto, na minha imaginação, a Isa anda de velotrol pela calçada). Sinto falta de pisar na grama, de tomar chuva, de poder ir na pracinha e ficar lá, vendo a Isa brincar...

Já a bastante tempo eu penso em ir embora daqui. Como uma pessoa que definitivamente nasceu no hemisfério errado e que odeia calor (desde que não esteja na praia), obviamente eu queria morar na Europa. Mas como isso está fora de cogitação, eu venho pensando em alternativas.

Eu já pensei em morar em Brasília... em parte porque tenho boas amigas por lá, em parte porque pode-se dizer que é o paraíso dos advogados... e também dos pagãos (eu morria pra participar de um ritual de plenilúnio na Chácara Remanso, da Mirella Faur!)... mas, friamente pensando, é a mesma coisa que trocar 6 por meia dúzia, sem falar que lá não tem campo de trabalho pro Marido Antonio.

A segunda opção seria o sul do país. Quando fui pro casamento da Audrey, eu simplesmente me apaixonei pela Serra Gaúcha... Mas tem um complicado processo logístico pra ir pra lá, principalmente profissional...aiai...

Eu queria morar numa cidade tranqüila (mas tranquila meeeesmo), de uns 20.000 habitantes, com muito verde, muita festa típica e clima ameno....

Apesar disso, tem que ser perto de uma cidade maior e ter um pólo industrial (de preferência uma filial da empresa que o Marido Antonio trabalha), porque alguém precisa trabalhar (e nesse caso, obviamente, é o Marido...risos), mas ainda sim, ter qualidade de vida...

Uma cidade que não vive na parte policial dos jornais nacionais, e cuja notícia de maior repercussão na última semana, no jornal local, foi o pedido de casamento feito via página principal pelo noivo, e que na parte policial, não há a notícia de um assassinato sequer, no último ano....

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Esse lugar existe. Agora só falta eu descobri um jeito de ir morar lá...

**EDIÇÃO DO POST, às 20,41hs: A Isa acabou de fazer o primeiro xixi no peniquinho, êêêê!!!=)

domingo, 4 de março de 2007

*Tá no sangue*

dePrimeira

O pessoal do posto de gasolina aqui perto de casa deve ser tão antigo quanto o próprio posto... Digo isso, porque os frentistas são os mesmos desde que eu abastecia a minha mobilete, aos 15 anos...

Então, além de me conhecer (e o Marido também) desde que o mundo era uma grande bola de fogo, eles conheceram meu pai.

Hoje fomos abastecer e um deles perguntou:

-Cadê a palmeirense?

E eu apontei a Isa no cadeirão, no banco de trás...

-É palmeirense mesmo? Igual ao avô?

E eu, verde e branco desde que nasci:

-Ah, é... Tem que ser, né?!

E o Chicão abriu a porta e falou pra ela:

-Ó, nosso time vai ganhar de 3 a 0 do Corinthians, né?

E ela deu uma risada, levantou o dedinho e falou:

-Jóia!!!

E o Palmeiras ganhou de 3 a 0.

É. Tá no sangue.=)


Um Lo pra começar a semana com bastante paz...

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Créditos:
Template: DSB Layered #01 by Line Prado Creations
Papers: Kit Fuzzy Doodle Blooms by Melany Violette
Flower Jewels and Stitcheds by Melany Violette
Note: Kit Lápis de Cor by Janine Oliveira
Fontes: 28 Days Later e Pea Tana